sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Péter Forgács: Arquitetura da Memória

O artista húngaro Péter Forgács, com mais de 30 filmes e diversas instalações multimidas em sua premiada carreira, reconhecido internacionalmente pela criativa utilização de imagens de arquivo, de filmes caseiros (home movies) e de registros amadores de meados do século XX, recebe retrospectiva inédita nos CCBBs do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, a partir de 31 de janeiro.

A mostra Péter Forgács: Arquitetura da Memória reúne alguns dos mais importantes títulos desse autor pouco conhecido pelo público brasileiro. Serão exibidos 17 longa-metragens, produzidos entre 1988 e 2009, incluindo filmes da famosa série Hungria Particular, baseada em filmes caseiros realizados entre as décadas de 1920 e 1980, além de outros títulos premiados em festivais internacionais como São Francisco, Tribeca, Marselha e Leipzig. Péter Forgács chega ao Rio no dia 9 de fevereiro (quinta-feira) e participa de debate, no CCBB, sábado, dia 11, às 18h, com o pesquisador e teórico do documentário Bill Nichols, com mediação da curadora Patrícia Rebello. Nichols, que virá ao Brasil especialmente para a mostra, é uma das maiores autoridades no campo do documentário, autor de “Introdução ao documentário” (Papirus Editora, 2007), “Representing Realities” (1991, uma das pioneiras metodologias do estudo do filme documentário), e co-autor com Michael Renov da antologia de ensaios "Forgács, The Cinema's Alchemist" (2011).

No dia 2 de fevereiro (quinta), será realizado outro debate com Patrícia Rebello e o cineasta Eduardo Escorel, logo após a sessão das 18h30 de A Terra do Nada, filme dirigido por Forgács em 1996. "O que se pretende discutir nos debates, para além dos filmes do Péter Forgács, é o uso de material de arquivo no documentário, uma prática que é cada vez mais recorrente na produção contemporânea. Eles tanto estão a serviço de uma produção que se interessa em problematizar questões de história e memória, quanto em discutir a porosidade das fronteiras entre documentário e ficção, realidade e imaginário.

O interesse em trazer o Bill Nichols para a mostra está justamente inscrito nessa entrelinha: além de ser o teórico que criou uma das metodologias mais eficientes e utilizadas para pensar o cinema documentário (os modos de representação), sua pesquisa está cada vez mais orientada para aquilo que se produz no limite, quando documentário e ficção se atravessam, se encontram e dialogam.", comenta a curadora da mostra Patrícia Rebello.Os filmes da mostraA obra de Péter Forgács (http://www.forgacspeter.hu/) é composta por mais de 30 filmes, instalações e exposições multimidias. Entre os filmes, podemos destacar a série Hungary Particular, pela qual ele ficou conhecido internacionalmente.

Dos quinze filmes que compõem esta série estão na mostra The Bartos Family (1988), a saga de uma família dizimada pelo Holocausto registrada em filmes caseiros que começam no final dos anos 1920 e se estendem até meados da década de 1960; Free Fall (1996), reflexão dos tempos pré-Shoah a partir de filmes caseiros do talentoso comerciante, músico e fotógrafo György Petö; e Miss Universe 1929 (2006), a partir da história de uma húngara eleita Miss Universo no Estados Unidos, acompanhamos uma jornada incomum na trajetória dos europeus em migração em meados do século 20.

Além dos filmes realizados a partir da compilação de material de família, um outro aspecto da obra de Forgács gira em torno de filmes amadores realizados por personagens que, de alguma maneira, intuíram a urgência de registrar o tempo em que viveram. É possível ler nestas imagens intenções, dúvidas, suspeitas, rumores. E acima de tudo, que tão importante quanto a imagem em si, é todo o contexto que parecia estar fora dela mas que surge num relâmpago, deixando a marca indelével de sua presença.

Entre esses filmes, destacam-se El Perro Negro: Stories from the Spanish Civil War (2005, vencedor nos festivais de Budapeste, Denver e no Tribeca de Nova York), Angelos' Film (1999), sobre a ocupação nazista na Grécia; The Danube Exodus (1998), com registros da migração de judeus para a Palestina antes da Segunda Guerra Mundial.Outro destaque da mostra é Hunky Blues -  The American Dream (2009) um documentário poético sobre as centenas de milhares de húngaros que imigraram aos Estados Unidos entre 1890 e 1921. Para contar esta saga, Forgács lança mão de antigos épicos do cinema norte-americano, materiais de arquivo, fotografias e entrevistas.

CCBB Rio de Janeiro – 31 de janeiro a 12 de fevereiro de 2012
CCBB Brasília – 7 a 19 de fevereiro
CCBB São Paulo – 15 a 26 de fevereiro




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O artista João Werner estreia nova exposição

Depois de mostrar motéis baratos e retratos de almas em profusão, o artista plástico João Werner apresenta uma nova exposição em sua galeria em Londrina, intitulada “Ladrão!”.

Mantendo o humor ácido de suas exposições anteriores, Werner reune 24 pinturas digitais que retratam, em linguagem expressionista, os mais variados matizes da violência social. Desde brigas interpessoais e acalorados protestos de rua, até as dramáticas “Homem na escuridão”, as quais retratam pessoas (presos políticos, talvez) subjugados sob a violência sem face do Estado.

Considerando o que temos visto nos recentes movimentos do “Ocupa Wall Street” ou na dramática, assim denominada, “Primavera árabe”, estas pinturas de Werner retratam um universo cultural atual, de movimentos contestatórios sociais.

- “Bem, minhas pinturas ‘Dano à propriedade’ são de 2008 e eu até achei estar fazendo pinturas anacrônicas”, diz o artista. “Já estava ouvindo alguns amigos insinuarem uma certa adolescência tardia nos temas destes meus trabalhos, quando testemunhei o início dos movimentos contestatórios na Tunísia, em 2010. Foi uma ótima surpresa para mim ver que o desejo por mudanças sociais ainda não havia sido extirpado da espécie humana”.

Este acento anarquista revela-se, também, em pinturas como “Distribuição de renda”, “Black flag” ou em “Toda riqueza provém de violência”. Em uma linguagem visual colorida e intensa, Werner não teme revisitar os velhos bordões da esquerda radical nessa confortável e carola época pós-moderna em que vivemos.


Dano à propriedade

black flag


Se o espectador desta recente exposição de João Werner vai iniciar a próxima revolução, ninguém sabe. Mas, certamente, quem visitar esta “Ladrão!” terá a oportunidade de ver mais um belo exemplo da inventiva produção digital do artista.

Serviço:
Quando: de 30 de janeiro a 30 de março
Onde: Galeria João Werner, rua Piauí, 191 - loja 71, Londrina (PR).
Horário: de terça a sexta-feira, das 14 às 20h e sábados, das 11h às 17h.
A entrada é gratuita e a exposição conta com monitoria.
Maiores informações: (43) 3344-2207

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Entrelinha musical

Flávio_Sanso
www.reticencia.com
@flavio_sanso

Chamo de entrelinha musical a parte da música que dela parece se deslocar, e a principal característica de uma entrelinha musical é a capacidade que ela tem de fazermos parar tudo o que estamos fazendo para apreciá-la. É um verdadeiro deleite. Não raro, fechamos os olhos e olhamos para cima até que aquele trecho musical acabe, e então possamos voltar para nossas tarefas cotidianas. Não é exagero dizer que a entrelinha musical seja melhor que a própria música à qual ela pertence. A entrelinha musical muitas vezes se manifesta por meio de um solo de guitarra, e o efeito é quase sempre o mesmo: ouvimos normalmente a música, mas quando chega o momento em que ela se apresenta é incontrolável que impunhemos uma guitarra imaginária na cintura, com a execução alucinada de acordes ao vento. Pink Floid era especialista em produzi-las.
Ao ouvir o CD do Agridoce (Pitty e Martin) identifiquei uma entrelinha musical, na Música 2 (Dançando). Ela aparece no final, exatamente aos 3:47. Também já ouvi a mesma canção no rádio, mas aí é diferente: a entrelinha musical não apareceu. Deve ter sido cortada para não comprometer o tempo da programação.  

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Esconderijo, peça de Léo Chacras, fala de amor, poder e intriga

foto de Fábio Ghrun

Com texto e direção do jovem dramaturgo Leo Chacra o espetáculo inédito Esconderijo estreia dia 10 de fevereiro, sexta-feira, na Sala Experimental do Teatro Augusta, em São Paulo, às 21 horas. O enredo desta montagem transita pelas paixões em suas diversas manifestações e pelas relações amorosas: três histórias de amor são marcadas por desencontros e afetos perdidos. O elenco é formado por Aline Abovsky, Renato Bisoni e Lívia Prestes.

A história se passa na São Paulo de 1969, época do regime militar no Brasil. Esse momento político é somente o pano de fundo para contar a história de Juliana, uma jovem ativista política que, após uma traição e a queda de seu “aparelho”, busca refúgio na casa de Marina, ex-mulher de seu namorado Pedro (personagem que não aparece fisicamente em cena). Elas amam o mesmo homem! Confinada no mesmo espaço com a rival, a protagonista vive um clima de suspense e mistério.

Esconderijo propõe  uma reflexão sobre o amor, o poder e  as intrigas. A relação forçada entre as mulheres faz com que o passado de ambas venha à tona. Segredos e desejos, assim como antigas disputas, vão se revelando à medida que elas vão se compreendendo. Juliana luta apaixonadamente pela liberdade e pelo seu amor. A convivência com Marina muda o rumo de suas desconfianças sobre a traição política e provoca nela o desejo de vingança. O traidor seria Fred, o jornalista com quem ela teve um romance? E quem seria Fred, este homem que luta pelo amor de Juliana até as últimas consequências?

Segundo Leo Chacra, a referência aos “anos de chumbo” é apenas o fio que conduz as personagens à convivência forçada. “A história poderia ser em outro contexto, em qualquer época, em qualquer lugar do mundo. Esconderijo está mais para a linha freudiana que marxista; fala mais de amor que de socialismo, de sentimento humano que nacionalista”. Chacra ainda explica que o texto traz uma visão pessoal sua da época de repressão política, de forma distanciada, sem levantar bandeiras.  “Falo do amor livre, da relação aberta, da resistência às causas e às pessoas”. O foco da peça está no âmbito privado, na intimidade de Juliana, Marina, Pedro e Fred.

O diretor/autor salienta que a encenação brinca com os sentimentos das personagens, aplicando uma lente de aumento no âmbito privado de suas vidas. No cenário, três poltronas são dispostas aleatoriamente representando tanto a casa de Marina como o apartamento de Fred. De forma nada conceitual, folhas de papel, jornais e livros são jogados pelo cenário, compondo uma atmosfera literária. Também um aparelho de telefone e uma máquina de escrever ajudam a simbolizar a liberdade tão ansiada. “O ambiente lembra um jovem que saiu da casa dos pais, um jovem país em formação ou a desconstrução das coisas, nos anos 60”. Justifica o diretor.

O figurino remete, sutilmente, à moda do final dos anos 60 e traz para a peça uma atmosfera de nouvelle vague, de tropicalismo. “Quero pincelar o mundo antes do eletrônico, antes da internet”, diz Leo. A trilha sonora passa pelo instrumental, folk music, rock clássico e tropicalismo. O diretor busca a força da sonoridade e dos acordes, para pontuar a simplicidade da vida ou a complexidade dos sentimentos. “Estou muito feliz dirigindo. Acho que o trabalho fica ainda mais autoral”. Finaliza Leo Chacra.

Ficha técnica
Espetáculo: Esconderijo
Texto e direção: Leo Chacra
Elenco: Aline Abovsky (Marina), Lívia Prestes (Juliana) e Renato Bisoni (Fred)
Cenário: Leo Chacra
Iluminação: Fábio Ferretti
Figurino: Geondes Antonio e grupo
Programação visual: Suzy Suzuki
Produção executiva: Geondes Antonio
Fotos: Fábio Ghrun
Serviço:
Estreia: 10 de fevereiro – sexta-feira – às 21h30 - Até 25/02
Local: Teatro Augusta (Sala Experimental)
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César/SP - Tel: (11) 3151- 4141
Horários: sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas)
Ingressos: R$ 30,00 (meia: R$ 15,00) – Gênero: Drama
Duração: 75 min – Classificação etária: 12 anos - Capacidade: 55 lugares
Bilheteria: 4ª a 5ª (14h às 21h), 6ª (14h às 21h30), sáb. (15h às 21h) e dom. (15h às 19h).
Reservas por telefone: 4ª a sab. (15h às 19h) e dom. (15h às 17h) – Aceita dinheiro e cartões (MC, D, V, RS e VE). Ingressos antecipados: http://www.ingressorapido.com.br/ (tel 4003-1212). Acesso universal.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Max Viana lança seu terceiro CD “Um quadro de nós dois”

No set list do show, que o cantor e compositor fará no Solar de Botafogo no dia 26 de janeiro, estão parte do repertório do novo disco, como por exemplo, “O que é que você quer de mim”,  “Itinerário” e “É hora de fazer verão”, além de canções dos CDs anteriores (“No Calçadão” e “Com mais cor”), como por exemplo, “Canções de rei”, “Prazer e luz”, “Vilarejo”.

Max Viana (voz e guitarra) estará acompanhado por Marcos Vasconcelos, guitarra, Andre Vasconcelos, baixo, Joao Viana, bateria, e Danilo Andrade, teclado.

Um quadro de nós dois - “Um momento de maturidade de minha carreira, que representa um passo adiante na composição, nos arranjos e na interpretação.” É assim que Max Viana define “Um quadro de nós dois”, seu terceiro CD, lançado pela Biscoito Fino e que será apresentado no Solar de Botafogo no dia 26 de janeiro.

São 11 canções que giram em torno de um mesmo tema: o amor. No disco, Max tem como maior parceiro Dudu Falcão (“Um quadro de nós dois”, “O que é que você quer de mim” e “O samba que eu guardei”). Há ainda uma parceria com Arlindo Cruz, o samba “É hora de fazer verão” (que conta com a participação especialíssima de Alcione em dueto com Max no CD). “O samba representa o que há de mais genuíno na música brasileira”, afirma o compositor e filho do músico Djavan.

A única música que não foi composta por Max para este CD é “O melhor vai começar”, de Guilherme Arantes, que traz muitas lembranças saborosas e uma comparação curiosa. “É uma música que tem uma aura de felicidade muito intensa, que me leva à adolescência, à rodinha de amigos com violão”.

Filho do músico Djavan, Max Viana nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1973. Em suas influências musicais estão ritmos como jazz, soul music, black music, MPB e flamenco. Estudou no Guitar Institute of Technology, em Los Angeles, onde teve aulas com feras como o guitarrista Scott Henderson. Max também gravou com Zé Ricardo, integrou a banda Sindicato Soul ao lado do vocalista Sergão Lorosa (atual Monobloco), por exemplo.


Max Viana
foto: Marcos Hermes

Max Viana – Um Quadro de nós dois
Local: Solar de BotafogoData: 26 de janeiro de 2012 (quinta-feira)
Horário: 21h30
Endereço: Rua General Polidoro, 180 - Botafogo
Tel: 2543-5411
Preço: R$ 40,00; R$ 30,00 (os 100 primeiros) e R$ 20,00 (meia-entrada)
Vendas: ingresso.com; bilheteria do teatro aberta a partir de 16h
Capacidade: 180 pessoas; classificação etária: 14 anos.

*A construção do Solar de Botafogo rendeu a Leonardo Franco o Prêmio SHELL 2007, na Categoria Especial e o Prêmio RENATO RUSSO (Ousadia e Arte) em 2011.
Saiba mais no site http://www.solardebotafogo.com.br/

domingo, 15 de janeiro de 2012

Jornada nas Estrelas - o filme



Foi em 1979 que a série televisiva "Jornada nas Estrelas" conquistou a tela grande, para alegria dos fãs de ficção científica, e retomando o elenco original. Aqui, diante da presença de uma entidade desconhecida chamada V'ger, cuja imensa espaçonave segue uma ameaçadora rota em direção à Terra, o almirante James Kirk recupera o comando e a tripulação da Enterprise, dando início a mais uma aventura "onde nenhum homem jamais esteve".

Com direção de Robert Wise (de "O Dia em que a Terra Parou") e com William Shatner e Leonard Nimoy encabeçando o elenco, JORNADA NAS ESTRELAS - O FILME é uma de grande apuro visual, cuja resenha disponibilizei aqui:

http://pt.shvoong.com/entertainment/movies/2245247-jornada-nas-estrelas-filme/

Maurício Limeira

http://pt.shvoong.com/writers/mauriciolimeira/
http://filmantes.blogspot.com
http://oadversario.blogspot.com

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Espaço cultural promove oficina intensiva de escrita criativa

Estão abertas as inscrições para o Módulo Intensivo da Oficina de Escrita Criativa promovido pelo espaço cultural ProjetoCultura,  em parceria com a  Fundação Ema Klabin. A proposta é oferecer uma imersão em exercícios de escrita, ao longo de cinco dias seguidos, de 30 de janeiro a 3 de fevereiro, das 14h às 17h, com o editor, escritor e professor Rodrigo Petronio.

 A Oficina é destinada àqueles que desejam seguir carreira de escritor e também aos interessados em apurar as técnicas da escrita. O seu objetivo é fornecer técnicas para o desenvolvimento de ensaio, poesia, conto, crônica ou romance. Durante os encontros também serão destacados os principais vícios, cacoetes, redundâncias, erros, deslizes e equívocos de linguagem. Ao final deste Módulo Intensivo, os alunos  poderão publicar os textos escritos durante as aulas no site do Projeto Cultura – Fundação Ema Klabin.

As aulas serão ministradas pelo editor, escritor e professor Rodrigo Petronio, que é formado em Letras Clássicas e Vernáculas pela USP.  Petronio é cofundador e professor desde 2007 do curso de Criação Literária da Academia Internacional de Cinema (AIC) e coordenador de grupos de leitura do Instituto Fernand Braudel. Recebeu prêmios nacionais e internacionais nas categorias poesia, prosa de ficção e ensaio. Trabalha no mercado editorial há quinze anos, sobretudo nas áreas de edição, preparação e leitura crítica de originais. É autor dos livros: História Natural (poemas, 2000), Transversal do Tempo(ensaios, 2002), Assinatura do Sol (poemas, Lisboa, 2005)

Investimento: R$ 520,00 (R$ 260,00 na inscrição  + uma parcela de R$260,00.
Inscrições feitas até 15 de janeiro terão 20% de desconto) .

O ProjetoCultura fica na Rua Portugal, 43 - Jardim Europa, São Paulo.
Informações: 3081-5845/2339.0767 ou no site www.projetocultura.com.br

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ITHAMARA KOORAX no BAR DO TOM

(estreia: dia 01/1 - domingo // temporada -   sextas e sábados de janeiro)
Eleita como  uma das três melhores cantoras de jazz do mundo pelas revistas DownBeat, Swing Journal e   Jazz People,  Ithamara Koorax se apresentará, às sextas e sábados de janeiro, no Bar do Tom. Mas a   estreia, no local onde a cantora deu o pontapé inicial para a turnê, em 2010, será, excepcionalmente, no dia   1° de janeiro, domingo. É  a  temporada   de encerramento do tour em homenagem a João Gilberto, que rodou o Brasil e o mundo em 2011. O CD "Bim Bom" foi indicado ao Grammy e   aclamado por jornais e revistas como New York Times, DownBeat, Jazz Hot, Jazz Journal, All  About Jazz e All Music Guide. No show,  Ithamara  também mostrará músicas dos CDs "O Grande Amor"   (lançado em 2011) e "Got to be Real", que sairá em março de   2012.



SERVIÇO
 ITHAMARA KOORAX NO BAR DO   TOM
"BIM BOM - SAMBA & BOSSA   20212"
 ESTREIA: 1° de JANEIRO    (DOMINGO)
TEMPORADA: SEXTAS E   SÁBADOS
 06, 07, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 DE   JANEIRO DE 2012
HORÁRIO:   22h00  / ABERTURA DA CASA - 21 H
 INGRESSOS:  
R$80,00 (SETOR   PALCO)
 R$ 70,00(SETOR A)
 R$ 60,00 (SETORES PAR E ÍMPAR)
 RUA ADALBERTO FERREIRA, 32 - Fone: (21) 2274-4022
CAPACIDADE - 350 LUGARES
CLASSIFICAÇÃO   ETÁRIA - 18 ANOS